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A extinção das ordens religiosas, o Conde do Tojal e o primeiro período de investimento

1834–1899

O liberalismo chega ao poder e as alterações fazem-se sentir de imediato. A 30 de maio de 1834, dá-se a extinção das ordens religiosas masculinas e a nacionalização dos seus bens. Os bens do Tojal, englobando a quinta da Abelheira, são adquiridos em hasta pública por João Gualberto de Oliveira. O Conde do Tojal investe na propriedade e faz-lhe melhoramentos, dando lugar a uma nova fase na Abelheira, com o abandono do fabrico de papel pelo antigo sistema, passando a produzir-se papel de escrita e de impressão, que mostram já uma qualidade relativamente superior. A Fábrica de Papel da Abelheira passa a ser uma das principais fornecedoras de papel selado para o reino. Quando o Conde morre, em 1852, a fábrica fica a cargo de William Smith, seu cunhado, que lhe faz grandes melhoramentos. A Fábrica de Papel da Abelheira é, à data, a única indústria papeleira do distrito de Lisboa, com mais de 100 trabalhadores.